A ferramenta de referência MasterXross: MX

A ferramenta MX é o principal utilitário CISIS, poderia facilmente ser batizado como “CDS/ISIS para linha de comando”, significando que a maioria das coisas que podem ser feitas com arquivos (M)estre e arquivos (X)rf – daí “mx” – com ISIS, também podem ser feitas com MX. Só para dar uma idéia, listamos os parâmetros aceitos pelo mx (como essa lista é apresentada quando se invoca o ambiente de linha de comando como a janela CMD do Windows ou a janela de um terminal em UNIX/Linux. Como pode ser visto, muitos são os parâmetros disponíveis, significando que mx é uma ferramenta extremamente poderosa para gerenciamento de bases de dados ISIS, mas que merece um manual e treinamento próprio!

  • 1 “clássico” se refere à tecnologia ISIS desde a sua introdução na década de 1970 até à introdução do J-ISIS e ISIS NBP, em 2009.

2 Este comportamento, necessário por causa do tamanho variável de registros, torna ISIS menos adequado para bases de dados muito dinâmicas, como aplicações transacionais (por exemplo, empréstimo).

Tela do MX

Um olhar sobre os vários parâmetros mostra que mx pode não só pesquisar bases de dados ISIS (bool =), mas aplicar “on-the-fly” Gizmo (substituição de strings) e conversão ANSI (ansi=), juntar campos de registros de diferentes bases de dados, mas identificadas pelas suas entrada IF (join= e jchk =), aplicar processos de entrada de dados (proc =) e operações de arquivo invertido.

Como CISIS vem em diversas variações, de acordo com a capacidade das bases de dados e Chaves do Arquivo invertido pretendidas, temos que especificar que, para o ABCD só usaremos a variação ’16/60 ‘ de mx e outras ferramentas CISIS. Isto pode ser verificado a partir das informações mx oferece quando invocado sem qualquer parâmetro, como ilustrado:

Os usos mais relevantes de mx neste contexto do ABCD são:

Importação de registros ISO para uma base de dados ISIS, por exemplo, o comando:

mx iso=myISOrecords.iso create=mydb now -all tell=100

Irá ler o arquivo myISOrecords.iso e criar uma base de dados ISIS ‘mydb’ sem esperar por qualquer entrada do usuário (‘now’ait) e sem mostrar qualquer informação na tela (-all), mas mostrando o progresso após cada 100 registros importados.

Nota: No ABCD este comando é usado para importar uma quantidade maior de registros ISO para uma base de dados, visto que um número grande e, portanto, longo tempo de processamento poderia invocar o tempo limite (time-out) do servidor web, para interromper o processo.

Indexar uma base de dados ISIS, por exemplo, o comando:

mx mydb ifupd/create=mydb fst=@mydb.fst stw=@mydb.stw now –all

Irá criar um “Arquivo Invertido” chamado “mydb” usando a base de dados mydb com as especificações de indexação constantes na FST “mydb.fst” e omitindo os stopwords listados no “mydb.stw”, novamente sem modo interativo ou de saída (now -all).

Nota: No ABCD o mx é usado para criar um índice off-line no caso de – como é o caso frequentemente – a base de dados ser grande.

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