A LF para definição de chaves de indexação

A mesma Linguagem de Formatação (LF), mas é claro sem efeitos de aparência relacionados, pode ser usada para definir exatamente quais os valores devem ir para o Arquivo Invertido do ISIS. Isso será definido na terceira coluna da “Field Select Table” onde o formato de extração usando a LF deve ser usado. Veja também a discussão sobre a definição da FST no capítulo sobre definição  e gestão de bases de dados deste manual. Visto que a Linguagem de Formatação completa – exceto elementos gráficos – está disponível, a função REF, por exemplo, pode ser usada para ter no arquivo invertido valores diferentes do conteúdo de campo atual, mesmo de outra base de dados. Isto, por exemplo, pode ser utilizado para substituir os códigos por sua descrição completa ou vice-versa.

O mesmo raciocínio pode ser aplicado para a definição das chaves que ISIS irá utilizar para classificar registros: mais uma vez os valores reais de classificação podem ser processados com valores provenientes de valores do campo atual, usando a LF.

A LF para conversão durante importação/exportação

Durante a importação/exportação de registros, a maioria das aplicações ISIS permitirá a utilização de uma FST de “reformatação”, que tem na terceira coluna, a definição exata do que deve ser  exportado/importado, e na primeira coluna a tag (o “Identificador”) a ser atribuída a esse valor.

A LF para instruções de validação

A Linguagem de Formatação também pode ser usada para criar mensagens de erro, no caso de condições definidas são (ou não) satisfeitas. Estas condições serão verificadas quando gravar os dados inseridos em um formulário (planilha) de entrada de dados no registro. ABCD oferece esta técnica, por default, como explicado na seção sobre validação de registros. Um exemplo pode novamente esclarecer isso facilmente:

if a(Vx) then ‘Este campo é obrigatório, por favor, verifique!’ fi

Essa declaração vai produzir, na tela, a mensagem “Este campo é obrigatório, por favor, verifique!” se o valor do campo com tag x não existir ou está a(usente). Instruções mais sofisticadas podem ser usadas para obter qualidade de verificação mais avançada/consistente, por exemplo, usando um “SELECT”, ou mesmo verificando o valor em outra base (com a anteriormente discutida função “REF”) para ver se é uma entrada válida.

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