08 – Instalação da base de dados

IsisScript - WXIS

Tão fácil quanto instalar o Wxis é carregar as bases de dados no servidor.

No caso de servidores Windows, basta copiar o diretório que contém os arquivos da base de dados para o diretório desejado no servidor. Pode-se ainda carregá-las através de arquivos ISO 2709 com o auxílio de dois bats distribuídos pela Bireme que utilizam o MX1: o loadiso.bat e o fullinv.bat

O loadiso.bat requer apenas dois parâmetros: o nome do arquivo isoque contém os dados e o nome da base de dados a ser criada, por exemplo:

loadiso livro.iso livro

A tabela de definição de campos não é necessária para o Wxis. Contudo é preciso criar uma Tabela de Seleção de Campos (FST) para indexar os campos que deverão ser recuperados através de pesquisa. Uma vez criada a FST, o arquivo invertido pode ser criado através do utilitário fullinv.bat. O fullinv.bat requer três parâmetros: o nome da base de dados, o nome da FST e o nome do arquivo invertido. Por exemplo:

fullinv livros livro.fst livro

Lembre-se que as bases de dados geradas em Windows não são compatíveis com o Wxis para Linux. Neste caso é necessário seguir alguns procedimentos específicos:

1 – Exportar a base de dados no formato ISO2709 através do DOS;

Nota: Este arquivo possui quebras de linha (enter) a cada 80 caracteres. O carácter de fim de campo e fim de registro de arquivos ISO produzidos pela versão DOS, por default é o (#), enquanto na versão Windows os valores default são os caracteres ASCII 30 e 29, respectivamente.

2 – Copiar o arquivo ISO2709 ao diretório onde serão armazenados os arquivos da base de dados, junto a FST e os arquivos de formato. Para poder gerar a base para o Linux é necessário remover as quebras de linha, e as formas de faze-lo são:

  • Transferindo os arquivos com um programa de FTP para Windows que possua a possibilidade de escolher o tipo de informação que está sendo enviada (ASCII, binário, etc..), e indicar que estarão sendo transferidos arquivos ASCII.

  • Mediante o uso do utilitário doscopy, obtido na distribuição de Isis para Unix.

  • Editando os arquivos através do Linux para apagar os ^M (forma como são representadas as quebras de linha quando visualizadas através deste sistema operacional).

3 – Com a FST e o arquivo ISO já trabalhado é preciso gerar a base de dados em Linux. Primeiro gera-se o arquivo mestre com o utilitário loadiso.sh. A sintaxe é a seguinte:

loadiso.sh arquivo.iso Bdados

Por exemplo:

loadiso.sh livro.iso livro

Onde:

livro.iso é o nome do arquivo ISO2709;

livro é o nome que daremos a base.

(supondo-se que temos os arquivos loadiso.sh e mx no diretório onde se encontra o arquivo ISO2709, que neste caso é o diretório das bases de dados)

4 – Uma vez criado o arquivo mestre deve-se gerar o arquivo invertido, o que pode ser feito com o utilitário fullinv.sh . A sua sintaxe é:

fullinv.sh DBnome FSTnome AInome

Por exemplo:

fullinv.sh livro livro.fst livro

Onde:

livro é o nome do arquivo mestre a partir do qual serão gerados os índices (arquivo invertido);

livro.fst é o nome da FST utilizada para indexar a base de dados (deve ser indicada com a extensão);

livro é o nome que terão os arquivos de índices (arquivo invertido).

O conteúdo de loadiso e fullinv pode ser visualizado através da edição destes arquivos.

Informações importantes para instalação em Linux

  • O diretório onde será armazenada a base de dados deverá possuir permissão de leitura e execução para todos os usuários

  • Os arquivos da base de dados deverão possuir permissão de leitura para todos os usuários.

 Para mais informações sobre o MX e a linguagem CISIS, consulte http://www.bireme.br

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